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Ei anjos! 

Então menina, eu vim aqui hoje falar de um moço muito babadeiro, da gente e de um projeto muito incrível! Vamos por partes!

O Dagson Silva é um artista belorizontino muito cabuloso que faz um trabalho incrível. Ele é artista visual, arte educador e mobilizador social que trabalha com jovens de periferia e dentro dos seus projetos sempre tenta abordar o contexto de suas origens.

Ele já ganhou diversos prêmios e já fez várias residências artísticas. Uma delas que é bem legal foi uma em Lyon, numa exposição individual de 2016, em que representou a cultura popular brasileira através de obras que foram construídas a partir de uma pesquisa artística no Aglomerado Morro das Pedras relacionada com vários aspectos da cultura local.

O cara está na gringa ainda, numa renomada escola superior de arte na França, uma das melhores da Europa: a Escola Superior de Arte e Design de Marseille. Tem um vídeo dele aqui, maravilhoso que conta um pouco da trajetória.

 

 

Do lado, temos o Projeto Lá da Favelinha. É um projeto já bem conhecido em Belo Horizonte que promove arte e cultura no contexto do Aglomerado da Serra. Começou por meio de oficinas de MCs ministradas pelo Kdu dos Anjos e hoje cresceu tanto que vem quebrando fronteiras. O Dagson e o Kdu tem em comum esse anseio de mostrar pro mundo a potência incrível que é a cultura local e sobretudo de periferia, e dessa forma, são parceiros.

O Jambu não poderia ficar de fora, e numa colab já antiga entre a gente o Lá da Favelinha e agora com o Dagson, desenvolvemos uma coleção incrível! Todas as peças são únicas, pois cada ilustração foi feita pelo Dagson para cada unidade das bolsas, que têm dois modelos. Maravilhoso né? Saca só algumas fotos!

Elas estarão disponíveis no Favelinha Shopping Center e no Projeto Lá da Favelinha.

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Ei xavozas!

Hoje, vamos apresentar uma artista bapho que fez um trabalho lyndsay pra gente! Saca só!

Domitila de Paulo é colagista e artista visual em multi-linguagens. Sua trajetória cruza a arte, o design e a moda. Por isso também colabora com seu repertório de imagens como diretora de arte.

Nós convidamos a artista e musa para performar uma Perua Clandestina e interferir com suas colagens para situar esse crime: Uma felina na selva de pedra que assalta o sistema, sobre tela. Ela vem selvática e ocupa os espaços sem pedir licença, pois seu único crime é ser perfeita!
Tem acesso a tudo que ela julga merecer, quer o sistema queira, quer não. A pochete Fiança, com chuva de diamantes raros falsos bordado artesanalmente livrará essa fera ferida de qualquer B.O.

      Suas artes tem foco na técnica da colagem manual-analógica. Seu processo inicia na investigação de imagens raras em velhas publicações. Através do acervo garimpado, mixa elementos e cria por meio da semiótica a sua narrativa visual. Traz consigo a percepção de memória e identidade.

Já foram capa de disco como “Goela Abaixo” de Liniker e os Caramelows, lançado esse ano. O disco apresenta uma colagem por faixa, todas assinadas pela artista. O single Calmô lançado em 2018 também tem sua arte como capa. A artista também foi responsável pela arte da capa de “Outra Esfera”, o segundo disco de Tássia Reis. Suas artes também marcaram presença em outras capas como no livro “Massembas de Ialodês: vozes femininas em roda” da coletânea Sambas Escritos.

Através do seu Instagram (@domitiladepaulo), Domitila costuma divulgar as vendas dos prints e das obras originais, assim como exposições e mostras do seu trabalho. E tem o Facebook também moças, vem cá! 

Babado né? Compartilha com geral o close que é essa mulé!

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Ei bbs!

Hoje, dando sequência na nossa conversa sobre o SPFW N47, vamos falar da CACETE COMPANY. Uma marca parceira nossa de longa data.

(foto: Zé Takahashi / Ag. Fotosite)

O Raphael Ribeiro e o Tiago Carvalho, diretores da marca, vieram trocar ideia com a gente sobre uma obra muito incrível que chama Fogueira Tecno Neoxamanica, da artista carioca Marcela Cantuária (que você pode ver aqui). Basicamente, o conceito gira em torno de hipóteses bem futuristas e a obra em si retrata um grupo de pessoas fazendo uma fogueira a partir de vários computadores.

A obra leva para a coleção uma cartela incrível de tons azuis, pretos e brancos. As estampas e recortes da obra estão presentes com força em todas as peças. Essas possuem uma pegada bem street e vários foram os tecidos e composições utilizados pela dupla incrível da CACETE COMPANY (a coleção está toda aqui na FFW para vocês conferirem).

Nós fizemos dois lindos modelos com eles. No contexto do tema produzimos uma shoulder bag e uma bolsa/mala com a obra estampada em ambas, demonstrando que carregamos a tecnologia o tempo todo junto com a gente e também o sentimento de idolatria ao high-tech.

As peças produzidas (tanto a shoulder bag como a mala/bolsa) serão logo vendidas aqui no site da Jambu e também no site da CACETE COMPANY junto de toda coleção, que está babadeira.

Curtiu? Compartilha as notícias quentíssimas para todo mundo! E dá uma olhadinha na nossa RAPA DO TACHO, porque a gerente ficou louca e estamos dando descontos para queimar o estoque!

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Abril foi um furacão né menina?

Estivemos no SPFW N47 (São Paulo Fashion Week) com os babadeiros APARTAMENTO 03 e CACETE COMPANY e foi lindo. Ambas marcas discutiram muito sobre o que estamos vivendo na atualidade e imergiram sua criatividade nessa pauta. Já estávamos loucos para contar tudo pra vocês e explicar um pouco de cada coleção, e hoje vamos falar da APARTAMENTO 03.

Bolsa Jambu com Apartamento 03. Inspirada em caixas de fósforo e utilizado de tecido da coleção.
Fotos: Zé Takahashi / Ag. Fotosite

O lindo do Luiz Cláudio é o diretor criativo da marca (que é um close olha só aqui) e chamou a gente para agregar a coleção com nossas bolsas.

Bolsa Jambu com Apartamento 03. Inspirada em caixas de fósforo e utilizado de tecido da coleção.
Fotos: Zé Takahashi / Ag. Fotosite

A temática da sua coleção é sobre Paraísos Artificiais e permeia muito o campo dos vazios que nos completam todos os dias, já que nossa vida é correr atrás deles tentando nos preencher.

Partindo do conceito, desenvolvemos bolsas vazadas e cheias de nada: uma inspirada em “caixas de fósforos” e a outra pensamos em “marmiteiras desconstruídas”. Todas feitas nos tecidos da coleção. Elas deixam a funcionalidade de lado e repensam os papéis dos objetos, no nosso caso as bolsas que sempre enchemos de utilidades e futilidades.

Da mesma forma, que na coleção a realidade é repensada e ressignificada, decidimos fazer essa metamorfose das funções que as bolsas possuem e desenvolvemos bags que distorcem os pontos de vista do que seria uma bolsa.

Como a Vivian Whiteman escreveu no blog da FFW, nosso olhar é guiado pelos dedos e a realidade hoje é apenas um ponto de vista, tudo uma grande farofa pós-moderna.

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